Fora do ar

Terça-feira, 9 Junho, 2009

Salve povo!

Estou de férias. Não da faculdade (aliás lá ainda tem coisa pra caramba pra fazer, até o fim do semestre e também durante as férias propriamente ditas, maldito TCC), estou me dando e lhes dando férias do blog.

Qualquer dia desses eu volto. Um dia eu volto, quem sabe. Mas a partir de hoje o blog está de férias por tempo indeterminado.

Tô sem saco pra escrever coisas novas, e também pra “repetir” as mesmas coisas do que já está aí abaixo e nas páginas anteriores.

Por enquanto fiquem com as indicações que estão aí, a direita.

Nos vemos por aí.

Abraços!


Pôncio Pilatos é o novo presidente da CBF

Sexta-Feira, 5 Junho, 2009

Por Juca Kfouri

Ricardo Teixeira lavou as mãos.

Ao saber da morte de mais um torcedor em São Paulo, perguntou:”Foi dentro do estádio?”.

Ao ouvir a resposta negativa, pontificou:

“É o que eu sempre tenho dito em entrevistas. Tudo o que acontece fora do campo é caso de polícia. O problema é que se relaciona a violência ao fato de ter acontecido em um jogo. Certamente em várias cidades aconteceram vários casos de violência que não têm nada a ver com futebol. É um problema exclusivamente de polícia e de punição”.

E mais não disse nem lhe foi perguntado, porque não precisava.

O maior cartola do futebol brasileiro, o chefe do comitê organizador da Copa do Mundo no Brasil, fecha os olhos para mais uma morte, para o ônibus incendiado da torcida do Vasco, porque nada é problema dele.

E os torcedores, tratados feito animais, continuam a se comportar feito animais.

O que faz alguém acreditar que em 2014 será diferente?

Comentário para o Jornal da CBN desta sexat-feira, 5 de junho de 2009.

http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/juca-kfouri/JUCA-KFOURI.htm


Carros: os novos vilões?

Sexta-Feira, 5 Junho, 2009

O artigo abaixo é uma carta aberta escrita pelo cineasta Michael Moore ao Presidente dos EUA, Barack Obama.

Linkei o texto do blog do Flávio Gomes.

O original está aqui.

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ADEUS, GM

Escrevo na manhã que marca o fim da toda-poderosa General Motors. Quando chegar a noite, o Presidente dos Estados Unidos terá oficializado o ato: a General Motors, como conhecemos, terá chegado ao fim.

Estou sentado aqui na cidade natal da GM, em Flint, Michigan, rodeado por amigos e familiares ansiosos a respeito do futuro da GM
e da cidade. 40% das casas e estabelecimentos comerciais estão
abandonados por aqui. Imagine o que seria se você vivesse em uma
cidade onde uma a cada duas casas estão vazias. Como você se sentiria?

É com triste ironia que a empresa que inventou a “obsolescência
programada” – a decisão de construir carros que se destroem em poucos
anos, assim o consumidor tem que comprar outro – tenha se tornado ela
mesma obsoleta. Ela se recusou a construir os carros que o público
queria, com baixo consumo de combustível, confortáveis e seguros. Ah,
e que não caíssem aos pedaços depois de dois anos. A GM lutou
aguerridamente contra todas as formas de regulação ambiental e de
segurança. Seus executivos arrogantemente ignoraram os “inferiores”
carros japoneses e alemães, carros que poderiam se tornar um padrão
para os compradores de automóveis. A GM ainda lutou contra o trabalho
sindicalizado, demitindo milhares de empregados apenas para “melhorar”
sua produtividade a curto prazo.

No começo da década de 80, quando a GM estava obtendo lucros recordes,
milhares de postos de trabalho foram movidos para o México e outros
países, destruindo as vidas de dezenas de milhares de trabalhadores
americanos. A estupidez dessa política foi que, ao eliminar a renda de
tantas famílias americanas, eles eliminaram também uma parte dos
compradores de carros. A História irá registrar esse momento da mesma
maneira que registrou a Linha Maginot francesa, ou o envenenamento do
sistema de abastecimento de água dos antigos romanos, que colocaram
chumbo em seus aquedutos.

Pois estamos aqui no leito de morte da General Motors. O corpo ainda
não está frio e eu (ouso dizer) estou adorando. Não se trata do prazer
da vingança contra uma corporação que destruiu a minha cidade natal,
trazendo miséria, desestruturação familiar, debilitação física e
mental, alcoolismo e dependência por drogas para as pessoas que
cresceram junto comigo. Também não sinto prazer sabendo que mais de 21
mil trabalhadores da GM serão informados que eles também perderam o
emprego.

Mas você, eu e o resto dos EUA somos donos de uma montadora de carros!
Eu sei, eu sei – quem no planeta Terra quer ser dono de uma empresa de
carros? Quem entre nós quer ver 50 bilhões de dólares de impostos
jogados no ralo para tentar salvar a GM? Vamos ser claros a respeito
disso: a única forma de salvar a GM é matar a GM. Salvar a preciosa
infra-estrutura industrial, no entanto, é outra conversa e deve ser
prioridade máxima.

Se permitirmos o fechamento das fábricas, perceberemos que elas
poderiam ter sido responsáveis pela construção dos sistemas de energia
alternativos que hoje tanto precisamos. E quando nos dermos conta que
a melhor forma de nos transportarmos é sobre bondes, trens-bala e
ônibus limpos, como faremos para reconstruir essa infra-estrutura se
deixamos morrer toda a nossa capacidade industrial e a mão-de-obra
especializada?

Já que a GM será “reorganizada” pelo governo federal e pela corte de
falências, aqui vai uma sugestão ao Presidente Obama, para o bem dos
trabalhadores, da GM, das comunidades e da nação. 20 anos atrás eu fiz
o filme “Roger & Eu”, onde tentava alertar as pessoas sobre o futuro
da GM. Se as estruturas de poder e os comentaristas políticos tivessem
ouvido, talvez boa parte do que está acontecendo agora pudesse ter
sido evitada. Baseado nesse histórico, solicito que a seguinte ideia
seja considerada:

1. Assim como o Presidente Roosevelt fez depois do ataque a Pearl
Harbor, o Presidente (Obama) deve dizer à nação que estamos em guerra
e que devemos imediatamente converter nossas fábricas de carros em
indústrias de transporte coletivo e veículos que usem energia
alternativa. Em 1942, depois de alguns meses, a GM interrompeu sua
produção de automóveis e adaptou suas linhas de montagem para
construir aviões, tanques e metralhadoras. Esta conversão não levou
muito tempo. Todos apoiaram. E os nazistas foram derrotados.

Estamos agora em um tipo diferente de guerra – uma guerra que nós
travamos contra o ecossistema, conduzida pelos nossos líderes
corporativos. Essa guerra tem duas frentes. Uma está em Detroit. Os
produtos das fábricas da GM, Ford e Chrysler constituem hoje
verdadeiras armas de destruição em massa, responsáveis pelas mudanças
climáticas e pelo derretimento da calota polar.

As coisas que chamamos de “carros” podem ser divertidas de dirigir,
mas se assemelham a adagas espetadas no coração da Mãe Natureza.
Continuar a construir essas “coisas” irá levar à ruína a nossa espécie
e boa parte do planeta.

A outra frente desta guerra está sendo bancada pela indústria do
petróleo contra você e eu. Eles estão comprometidos a extrair todo o
petróleo localizado debaixo da terra. Eles sabem que estão “chupando
até o caroço”. E como os madeireiros que ficaram milionários no começo
do século 20, eles não estão nem aí para as futuras gerações.

Os barões do petróleo não estão contando ao público o que sabem ser
verdade: que temos apenas mais algumas décadas de petróleo no planeta.
À medida que esse dia se aproxima, é bom estar preparado para o
surgimento de pessoas dispostas a matar e serem mortas por um litro de
gasolina.

Agora que o Presidente Obama tem o controle da GM, deve imediatamente
converter suas fábricas para novos e necessários usos.

2. Não coloque mais US$30 bilhões nos cofres da GM para que ela
continue a fabricar carros. Em vez disso, use este dinheiro para
manter a força de trabalho empregada, assim eles poderão começar a
construir os meios de transporte do século XXI.

3. Anuncie que teremos trens-bala cruzando o país em cinco anos. O
Japão está celebrando o 45o aniversário do seu primeiro trem bala este
ano. Agora eles já têm dezenas. A velocidade média: 265km/h. Média de
atrasos nos trens: 30 segundos. Eles já têm esses trens há quase 5
décadas e nós não temos sequer um! O fato de já existir tecnologia
capaz de nos transportar de Nova Iorque até Los Angeles em 17 horas de
trem e que esta tecnologia não tenha sido usada é algo criminoso.
Vamos contratar os desempregados para construir linhas de trem por
todo o país. De Chicago até Detroit em menos de 2 horas. De Miami a
Washington em menos de 7 horas. Denver a Dallas em 5h30. Isso pode ser
feito agora.

4. Comece um programa para instalar linhas de bondes (veículos leves
sobre trilhos) em todas as nossas cidades de tamanho médio. Construa
esses trens nas fábricas da GM. E contrate mão-de-obra local para
instalar e manter esse sistema funcionando.

5. Para as pessoas nas áreas rurais não servidas pelas linhas de
bonde, faça com que as fábricas da GM construam ônibus energeticamente
eficientes e limpos.

6. Por enquanto, algumas destas fábricas podem produzir carros
híbridos ou elétricos (e suas baterias). Levará algum tempo para que
as pessoas se acostumem às novas formas de se transportar, então se
ainda teremos automóveis, que eles sejam melhores do que os atuais.
Podemos começar a construir tudo isso nos próximos meses (não acredite
em quem lhe disser que a adaptação das fábricas levará alguns anos –
isso não é verdade)

7. Transforme algumas das fábricas abandonadas da GM em espaços para
moinhos de vento, painéis solares e outras formas de energia
alternativa. Precisamos de milhares de painéis solares imediatamente.
E temos mão-de-obra capacitada a construí-los.

8. Dê incentivos fiscais àqueles que usem carros híbridos, ônibus ou
trens. Também incentive os que convertem suas casas para usar energia
alternativa.

9. Para ajudar a financiar este projeto, coloque US$ 2,00 de imposto
em cada galão de gasolina. Isso irá fazer com que mais e mais pessoas
convertam seus carros para modelos mais econômicos ou passem a usar as
novas linhas de bondes que os antigos fabricantes de automóveis irão
construir.

Bom, esse é um começo. Mas por favor, não salve a General Motors, já
que uma versão reduzida da companhia não fará nada a não ser construir
mais Chevys ou Cadillacs. Isso não é uma solução de longo prazo.

Cem anos atrás, os fundadores da General Motors convenceram o mundo a
desistir dos cavalos e carroças por uma nova forma de locomoção. Agora
é hora de dizermos adeus ao motor a combustão. Parece que ele nos
serviu bem durante algum tempo. Nós aproveitamos restaurantes
drive-thru. Nós fizemos sexo no banco da frente – e no de trás também.
Nós assistimos filmes em cinemas drive-in, fomos à corridas de Nascar
ao redor do país e vimos o Oceano Pacífico pela primeira vez através
da janela de um carro na Highway 1. E agora isso chegou ao fim. É um
novo dia e um novo século. O Presidente – e os sindicatos dos
trabalhadores da indústria automobilística – devem aproveitar esse
momento para fazer uma bela limonada com este limão amargo e triste.

Ontem, a último sobrevivente do Titanic morreu. Ela escapou da morte
certa naquela noite e viveu por mais 97 anos.
Nós podemos sobreviver ao nosso Titanic em todas as “Flint –
Michigans” deste país. 60% da General Motors é nossa. E eu acho que
nós podemos fazer um trabalho melhor.


Deputado do Castelo e fiel escudeiro no CQC

Quarta-feira, 3 Junho, 2009


Mãe! Eu quero um pra mim!!!

Quarta-feira, 3 Junho, 2009

Trailler de “God of War 3″ para PlayStation 3.

Trailler de “The Beatles: Rockband” para PS3 e X360.

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Ultimamente não tenho grana nem pra comprar um Atari, quem dirá esses aí em cima!


Minha história com o futebol

Quarta-feira, 3 Junho, 2009

A primeira lembrança que eu tenho de uma partida de futebol na minha vida vem da Copa de 90, eu tinha cinco anos de idade.

Na verdade nem lembro exatamente dos jogos, lembro da “muvuca” que ficava a casa do meu tio (com quem minha mãe e eu morávamos na época) nos dias de jogos da Seleção.

E daquele maldito cheiro de camarão e peixe que aquele monte de amigos e parentes insistia em comer e que ficava impregnado pela casa mesmo depois da farra acabada.

Jogo jogo mesmo daquela Copa, só me lembro daquele da Colômbia em que o Higuita tentou fazer graça e perdeu a bola na intermediária. Acho que foi contra Camarões, se não me engano.

A primeira partida de futebol que vi inteira por minha vontade ocorreria mais de um ano depois. Em 8 de dezembro de 1991, São Paulo e Corinthians fizeram a primeira partida da decisão do Campeonato Paulista daquele ano.

O resultado? 3 a 0 para o tricolor, com três gols de Raí que decidiram não apenas aquele campeonato.

Mesmo sem saber, Raí também decidia a sorte de uma criança de seis anos, que ali descobria-se um são-paulino para toda a vida.

Nos mais de dezessete anos que se seguiram, uma imensa coleção de alegrias, glórias e algumas tristezas também só fizeram aumentar meu orgulho pelo clube.

Mas não esqueço daquele meu primeiro jogo. Mesmo dizendo isso, as vezes, em tom de brincadeira, sou grato até hoje pelo que o eterno ídolo tricolor fez naquele dia.

Se não fosse pela atuação de Raí, costumo dizer, hoje em dia eu poderia dá até calafrio de falar ser corintiano!

Nada contra quem é, mas definitivamente essa é uma coisa que não combina comigo.

Enfim, hoje este que vos escreve é um são-paulino orgulhoso de sua condição de tricampeão mundial e sulamericano, além de maior campeão brasileiro da história.

Nada que sirva pra convencer quem não o é a tornar-se um.

Afinal, ser são-paulino é coisa pra quem já nasce tricolor, que mesmo sem saber irá, mais cedo ou mais tarde, descobrir esse orgulho de pertencer a tão privilegiada estirpe.

Depois eu volto pra contar outro importante capítulo dessa história e explicar os motivos de eu manter uma segunda paixão no futebol, o Futbol Club Barcelona.

Mas isso já é outro capítulo. E vocês? Alguém mais se habilita a narrar como nasceu sua paixão pelo seu clube ou instituição? Palmeirenses, corintianos, santistas, vascaínos, gremistas, atleticanos e até “ferraristas” são bem vindos!

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Pra ler ouvindo: Eu quero ver gol – O Rappa.

Letra aqui.


José Serra querendo falar como Lula…

Quarta-feira, 3 Junho, 2009

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Pobres porquinhos, nem um abracinho bem apertadinho eles não vão mais poder ganhar governadorzinho???

Inveja é uma merda né Serra!? Improvisar só funciona com o “Barba” mesmo.


… e Lula falando igual ao… Lula!

Quarta-feira, 3 Junho, 2009

“País que acha petróleo a 6 mil metros de profundidade pode achar avião a 2 mil”, diz Lula sobre acidente da Air France

Sensibilidade é tudo na vida né!?

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Linkado do Kibeloco.


E São Paulo!? Vai quando também?

Terça-feira, 2 Junho, 2009

O Brasil vai cair na real no ano que vem.

José Serra (PSDB), governador de São Paulo


Pão e circo

Segunda-feira, 1 Junho, 2009

Alguém aqui perdeu tempo ontem vendo a cerimônia de anúncio das doze cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa do Mundo em 2014?

Logo no início da coletiva de imprensa o presidente da FIFA, Joseph Blatter, afirmou que a escolha não foi exclusivamente técnica.

A FIFA queria dez cidades como sedes da Copa. Por ingerência de Ricardo Teixeira e outros interesses do País, aceitamos doze cidades” – disse Blatter, desmentindo, ainda que não intencionalmente, as afirmações do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, de que a decisão caberia apenas à entidade máxima do futebol.

Aliás, as cidades escolhidas já estavam certas e eram de conhecimento público desde a última semana, num estranho “vazamento” de informação noticiado pelo jornalista Anselmo Góes, de O Globo.

Enfim, noticiário a parte, engraçado foi ver a reunião e a festa das pessoas nas cidades que “disputavam” as sedes esperando pelo anúncio oficial.

Quer dizer, engraçado não é bem o termo, pitoresco talvez seja mais adequado, uma vez que boa parte, se não a maioria, daquelas pessoas não irá passar nem perto de um estádio de futebol durante os jogos da Copa.

A cada dia que passa o futebol no Brasil deixa de ser o “esporte do povo”, e na Copa pode ter certeza que vai ser pior, dúvido que alguma das pessoas que estava nessas festas espalhadas pelo Brasil (a exceção dos políticos) tenha condição financeira de pagar entre 200 e 400 dólares pelo ingresso mais barato pra qualquer um dos jogos do mundial que está por vir.

Mais irônico ainda é imaginar (para não dizer, ter certeza) que são estas mesmas pessoas que vão pagar pelos moderníssimos estádios e demais instalações esportivas, com o dinheiro que todo mês o governo nos leva de impostos.

Sou contra e continuo contra a realização de um evento desse porte no Brasil, não há estrutura suficiente e o dinheiro que é gasto na construção e/ou “maquiagem” de uma estrutura digna do dito primeiro mundo poderia ser muito melhor aplicado em outras necessidades mais urgentes de nossa sociedade.

Mas até onde as pessoas querem isso? Sei lá, acho que não querem muito não, dane-se o salário mínimo que não dá sustentar uma casa, danem-se as pessoas que morrem esperando um exame na rede pública de saúde, danem-se professores e policiais que não ganham uma remuneração digna da importância da função que exercem em nosso modelo de sociedade.

Ah sr. Blogueiro! Pare de ser chato, não consertamos isso em 500 anos e agora vamos consertar em cinco!? Deixa as coisas como estão por mais um pouco de tempo, dane-se tudo pois a Copa do Mundo é nossa!

Panis et circenses nunca é demais por essas bandas do continente…

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Para ler ouvindo: Que País é Esse? – Legião Urbana

Letra aqui.