Coincidência!?

Sexta-Feira, 22 Maio, 2009

Ok, ok… tá ficando chato, eu sei… vão falar que eu tô pegando no pé, mas prometo que essa é a última vez que eu sacaneio essa pessoa aqui nesse blog.

Enfim, estava eu lendo o Blog do Flávio Gomes, quando descobri que Rubinho Barrichello faz aniversário amanhã (23/05). Até aí nada anormal, se não fosse uma pequena coincidência:

Rubinho

Tartaruga

Amanhã também é o Dia Mundial da Tartaruga!!!

Na boa, só pode ser coisa do Schumacher isso aí…

Abraços!


Polemizando tardiamente

Sábado, 16 Maio, 2009

Abaixo os links com textos de dois conhecidos jornalistas sobre a história da polêmica (pelo menos aqui no Brasil) vitória do piloto inglês Jenson Button em cima do brasileiro Rubens Barrichello.

Flávio Gomes 1: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/05/10/barcelonetas-13-2/

Flávio Gomes 2: http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/05/11/meus-velhos-papeis-7/

Reginaldo Leme: http://esporte.ig.com.br/grandepremio/formula1/2009/05/15/coluna+grand+prix+pratos+limpos+6144961.html

Aconselho que leiam, se tiverem paciência, para complementar minha opinião a respeito. A história já tá meio antiga, mas é divertido polemizar com os amigos.

Enfim, tentando ser o mais direto possível, vamos lá.

Concordo com Flávio Gomes (ou talvez ele concorde comigo, uma vez que já usei essa expressão neste blog), Barrichello é um mau perdedor. Tem ficado atrás do Button durante a temporada (com justiça na maior parte das vezes) e não pode sair por aí fazendo “beicinho” e acusando a esmo só porque perdeu uma corrida.

A F-1, muito mais que um esporte, hoje é um negócio que envolve muito dinheiro. Dinheiro esse que, para uma equipe como a Brawn – que saiu de quase fálida para líder do campeonato em 6 meses – pode significar a afirmação definitiva em um meio extremamente concentrado e difícil de se estabelecer.

Rubinho trabalhou por anos com Ross Brawn na Ferrari, é impossível que não conheça a maneira como ele trabalha, o “bem maior” para o time e o resultado final são as coisas que de fato importam, não levando-se muito em conta os caminhos trilhados para uma conquista.

Button copiou o acerto de Barrichello, é verdade, fato comum entre os pilotos, afinal cada um se “acerta” melhor que o companheiro com determinadas pistas. Rubinho teve mérito pela ótima largada e por abrir grande vantagem após a primeira rodada de parada nos boxes.

Button, na condição de líder do campeonato, estava pressionado entre carros mais lentos, precisava de um “choque” na estratégia de corrida para recuperar o prejuízo da largada ruim. E foi o que fez juntamente com seus engenheiros e Ross Brawn, diminuindo o número de paradas programadas.

Em condições semelhantes de carro (peso, pneus e acerto) não andou tão mais lento que o brasileiro, e Rubinho – como piloto experiente que é – poderia tranquilamente sugerir uma mudança em sua estratégia também, se avaliasse que era necessário.

Rubinho confiou na manutenção do excelente desempenho que teve após a 1ª parada, mas após nova rodada nos boxes seu carro caiu de rendimento. Fazer o que!? Paciência, perdeu como também poderia ter vencido. Agora justificar-se dando a entender que a mudança da estratégia do companheiro de equipe foi feita deliberadamente para prejudicá-lo é uma bobagem sem tamanho.

Se quisesse, que fosse cobrar a equipe internamente, e não ficasse “jogando pra torcida” fazendo uma imagem de durão, quando na verdade é apenas mais uma engrenagem de um todo.

Ou que fosse mais longe, bancasse a si mesmo como fez o Fernando Alonso em 2007 na McLaren, quando criou um “racha” na equipe ao proibir seus engenheiros de compartilharem seu acerto de carro com os de Lewis Hamilton, assim que os resultados do estreante começaram a ofuscar o trabalho do então campeão do mundo.

Se ele confia tanto em sua capacidade para ser campeão, que banque e seja o campeão. Que se “levante” contra as ordens dos que ele supostamente acusa e que, como Alonso, segure o tranco de jogar fora das regras da equipe.

Só não continue com as velhas desculpas e acusações, porque de boas desculpas o limbo da aposentadoria forçada do qual Ross Brawn o tirou está cheio.

O que falta na F-1, ultimamente, são bons campeões dos quais valha a pena lembrar.


Charge

Sexta-Feira, 15 Maio, 2009

A dura vida de um dono de equipe de Fórmula-1. Por Tuta.

Tradução: "Eu quero o acerto dele!" "Eu quero a estratégia dele!"

Tradução: "Eu quero o acerto dele!" "Eu quero a estratégia dele!"

Dedicada à dois irritantes fãs do “chorãozinho” da direita, eles sabem quem são.
Abraços!

Quem fala o que quer…

Terça-feira, 18 Novembro, 2008

“Ninguém pode fazer você ser mais lento por meio de um contrato.

Se for mais rápido, será o nº 1.”

Michael Schumacher, sobre Rubens Barrichelo



Bom sinal

Domingo, 7 Setembro, 2008

Boas novas vindas da Bélgica!

Apesar de largar em segundo lugar, o brasileiro Felipe Massa já chega antes da largada com uma considerável vantagem.

Quem narra a corrida é o Cléber Machado, que é menos “pé-frio” do que o Galvão Bueno.

Depois da prova eu volto!

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Três momentos diferentes e decisivos na F-1

Domingo, 7 Setembro, 2008

Daqui a pouco começa o GP de Fórmula 1 da Bélgica em Spa-Francorchamps, o circuito favorito de dez entre dez pilotos na F-1.

Depois de Spa, faltarão “apenas” cinco provas.

As aspas são para indicar que, mesmo com dois terços de mundial já disputados, nada ainda está definido, e muita emoção deve rolar até a última prova no dia dois de novembro em Interlagos.

Três pilotos chegam nessa “final antecipada” com momentos bem distintos entre eles, mas com um único objetivo em comum, o título.

Apesar de faltar bastante, muita gente talvez jogue sua última cartada na Bélgica, Kimi Raïkkönen por exemplo.

Depois do título no ano passado, e do bom começo neste ano, seu ritmo caiu. Tem levado “pau” do Massa em todos os treinos livres e a frieza natural já anda dando nos nervos da imprensa italiana, tão passional como é.

Para Kimi é vencer ou ter que ajudar Felipe Massa até o final do ano.

Enquanto isso, Felipe Massa está focado como nunca no campeonato, vive ótima fase e, de quebra, tem toda a atenção (negativa) da imprensa italiana e dos próprios ferraristas voltadas para o companheiro de equipe.

Com todo o apoio e bajulação recebidos, o “Pequeno Notável” tem pouco com o que se preocupar além de correr, e só não lidera o campeonato pela infelicidade do motor estourado em Hungaroring.

Por falar nisso, os motores da Ferrari, que quebraram nas duas últimas provas (o de Felipe na Hungria e o de Kimi em Valência), são as únicas coisas capazes de tirar o sono de Massa nessa reta final, fora o inglês Lewis Hamilton.

Falando em Lewis Hamilton, que lidera o mundial com 70 pontos, seis a frente de Felipe Massa e vem também numa excelente fase.

O jovem de 23 anos continua fazendo uma bela temporada, vem pontuando com certa regularidade, salvo algumas bobagens numa corrida ou outra (alguém aí disse Montreal?), e disputa ponto a ponto o título novamente, como já fizera em sua temporada de estréia.

Talvez possa levar uma pequena vantagem sobre Massa na reta final por já ter experimentado a pressão que é decidir um título mundial nas últimas provas do ano. Em 2007 ele sucumbiu à essa tal pressão e perdeu a taça, mas como o brasileiro estava fora daquela briga, nesse ponto Hamilton é mais do que “vacinado”.

O campeonato ainda está em aberto, 2008 tem tido várias surpresas, zebras e burradas homéricas, a Ferrari ainda possui um carro melhor, mas que já não é tão superior como foi no começo da temporada.

Ainda assim, ainda acho que, de Spa, só saem dois que lutarão pelo título, Massa e Hamilton. Quem estará na frente? Não faço a menor idéia, me perguntem isso lá pra umas 11:30h da manhã quando a corrida acabar que talvez eu responda.

Bom domingo!

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Uma pena!

Segunda-feira, 4 Agosto, 2008

Na grande maioria dos esportes não existe essa história de justiça, quem estiver na frente ao final da disputa é o ganhador, sem choro nem vela, não interessando muito como foi o caminho até ali.

Mas a corrida do Felipe Massa ontem no GP da Hungria de Fórmula 1 não poderia de nenhuma maneira acabar como acabou.

Que corrida vinha fazendo o ‘Pequeno Notável’ até o motor da Ferrari estourar.

Definitivamente uma injustiça e, acima de tudo, uma pena.


Uma Ferrari tá bom?

Quarta-feira, 9 Abril, 2008

Eis aqui a declaração de Rubens Barrichello ao jornal Folha de São Paulo, à rádio Lance e outros veículos de comunicação:

“Se me derem um carro, ainda serei campeão.”

Tenha dó né!?


F-1 2008 – Surpresas à vista

Sábado, 15 Março, 2008

Começou neste final de semana a temporada de 2008 da Fórmula 1 com os treinos que definiram o grid de largada para o GP da Austrália que se realizará nesta madrugada de sábado para domingo em Albert Park.

Confesso que acompanhei muito pouco a pré-temporada, mas pelo que vi, minha opinião ia de encontro à da maioria dos jornalistas que acompanham a F-1, que Ferrari e McLaren vão monopolizar a temporada, enquanto a Renault de Alonso e Piquet Jr, a BMW Sauber de Kubica e Heidfeld e, talvez, a Williams de Rosberguinho e Nakajima briguem para ser a terceira força da temporada.

Posso estar apostando cedo, mas não boto fé nenhuma na Toyota, Honda, RBR e Toro Rosso. Talvez até façam alguma fumaça no campeonato, mas provavelmente deve ser a dos respectivos motores que explodirem.

Já quanto a Super Aguri e Force India é melhor nem falar… apesar de elas contarem com pilotos razoavelmente bons.

Agora as minhas apostas para a temporada:

Ferrari

Kimi Raïkkonen: o “Ice Man” é o favorito disparado ao título, o piloto a ser batido como bem declarou Fernando Alonso. Possui o melhor conjunto carro/piloto da atualidade e dificilmente perde a calma em momentos de pressão, ao contrário de…

Felipe Massa: o “pequeno notável” andou bem nos testes da pré-temporada, possui um carro superior ao da principal rival McLaren, mas começa a temporada pressionado pelo título do companheiro de equipe no ano passado. Impetuoso como é, Felipe pode desandar a fazer bobagem se tentar mostrar muito serviço logo no começo da temporada.

McLaren

Lewis Hamilton: o “filho postiço” do chefão da McLaren chega em 2008 com uma temporada inteira na bagagem, e que temporada! Ser vice campeão logo no ano de estréia não é para qualquer um, o garoto é diferenciado e creio que seja o único que possa tomar a taça de Kimi nesta temporada.
O problema é que a pressão por ter preterido o bi-campeão mundial Fernando Alonso, e ser o primeiro piloto podem ser bem maiores do que a pressão pela conquista do campeonato do ano passado que derrubou o jovem inglês.

Heikki Kovalainen: o garoto anda bem, tem talento mas consegue ser mais instável do que o Felipe Massa. Deve penar na primeira metade do campeonato e talvez ganhe algum destaque como escudeiro de Hamilton na metade final da competição.

Renault

Fernando Alonso: “Fernandito” é marrento e esquentado, mas esse ano terá de ficar mansinho pois a Renault ainda não possui carro suficiente para bater de frente com as gigantes Ferrari e McLaren. Porém a parceria já rendeu dois mundiais antes e deve render novas vitórias futuramente, acredito que no final da temporada já estejam andando mais próximos das rivais.

Nelson Piquet Jr: “Nelsinho” chega aos 21 anos na F-1 com o peso do mundo nas costas. Na verdade, com o peso dos 3 títulos mundiais conquistados pelo pai. Em compensação traz consigo o talento nato para a velocidade e os genes privilegiados da família. Deve aprender muito dentro da ótima equipe Renault, e observando o Alonso.

BMW Sauber

Nick Heidfeld: nunca fez nada de tão especial na Fórmula 1 e não deve fazê-lo novamente. É um piloto razoável, mas deve ser ofuscado pela ótima temporada que deverá fazer seu companheiro de equipe…

Robert Kubica: como anda esse polonês narigudo! É disparado meu piloto predileto na F-1 junto com Sebastian Vettel. Arrojado e inteligente, Kubica deve surpreender nessa temporada conquistando alguns pódios, principalmente se levarmos em conta a instabilidade de Massa e Kovalainen.

Williams

Nico Rosberg e Kazuki Nakajima: a dupla da Williams é talentosa, principalmente o primeiro, se o carro colaborar podem pontuar com certa regularidade.

Outros

Rubens Barrichello: anda usando o MRC (Método Romário de Contabilidade) para avalizar seu recorde como piloto com o maior número de GP’s disputados. Até corridas em que ele sequer largou estão sendo colocadas na conta. Enfim, esse deve ser o último ano da choradeira na F-1, e é melhor a galera da Stock Car se preparar para aturar a velha lenga-lenga a partir de 2009.

Concorda? Discorda? Comenta aí!


A vitória do “ex-azarado”

Domingo, 21 Outubro, 2007
Kimi Räikkönen festeja sua vitória ao lado de Jean Todt e de Felipe Massa

GOOOOOOOOOOOOOOO KIMI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

E não é que o “azarado” Homem de Gelo da Fórmula 1 conseguiu vencer mesmo com todas as probabilidades apontando contra?

Pois é, embora poucos acreditassem que fosse possível, a sorte finalmente sorriu para o finlandês da Ferrari que mandou para o espaço a fama de azarado, devido aos mais variados percalços que lhe tiraram a oportunidade de conquistas anteriormente, vencendo uma corrida que foi repleta de problemas para seus principais adversários e agora é o campeão mundial da F-1.


Campeão merecidíssimo, por sinal, principalmente depois de toda a patacoada protagonizada pela equipe inglesa Mclaren ao apropriar-se ilicitamente e fazer uso de um dossiê contendo material confidencial da adversária Ferrari.

Antes que alguém venha dizer algo, já esclareço, não sou torcedor da Ferrari, sou um grande fã de automobilismo e na verdade até guardo maior simpatia pela própria Mclaren, no entanto fiquei bem decepcionado com todo esse episódio da espionagem industrial entre as duas equipes e não aprovei a decisão da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) em punir apenas a equipe inglesa deixando livres os seus pilotos que, claramente, sabiam que o time possuía informações da equipe rival e as estava usando em benefício próprio (principalmente Fernando Alonso). Mas isso já é outra história, então falemos um pouco da decisão do campeonato.

Kimi Räikkönen: poucos acreditavam em suas chances, acho que ele mesmo não alimentava grandes esperanças, tentando apenas fazer o seu papel de chegar a frente dos rivais e torcer para que eles tivessem problemas, e foi justamente o que aconteceu. Kimi agora pode festejar o título que merecia desde 2003, ano em que fez uma excelente temporada, mas acabou traído pela sua “falta de sorte” e acabou como vice do mundial conquistado pelo alemão Michael Schumacher (a quem nunca faltou sorte, mas também sempre sobrou competência, e é merecidamente o maior campeão da história da F-1).

Fernando Alonso: Fernandito parece não ter sentido tanto a perda do campeonato, muito pelo contrário, deve ter ficado bastante satisfeito pela forma como seu desafeto e companheiro de equipe, Hamilton, perdera um campeonato que já parecia definido a duas corridas atrás.
Cheguei a sentir um pouco de compaixão pelo espanhol durante esta temporada (apesar de ele ser um baita “mascarado”), afinal, com a forma como ele foi tratado pelo chefe da sua equipe, Ron Dennis, e pelo próprio time não deve ter sido fácil para trabalhar, por muitas vezes viu-se um Alonso constrangido mesmo durante as vitórias, sentia-se um estranho dentro de sua própria “casa”, mas ainda assim foi profissional e terminou o ano fazendo o possível para vencer, mas não tinha um carro competitivo em mãos para essa última prova, ao contrário de…

Lewis Hamilton: que teve o carro “voando” na maior parte da corrida, mas sentiu a falta de experiência e errou, aliás, como errou! Errou tanto que na sétima volta já ocupava a 19ª colocação apesar de ter largado no 2º posto. O britânico mostrou ter um talento excepcional ao longo do ano, além de muita confiança e frieza para vencer, confiança e frieza que lhe faltaram nas duas últimas provas do ano, principalmente no Brasil quando tentou ultrapassar Alonso num lugar onde era impossível, saiu da pista e perdeu posições. Quando parecia estabelecer-se novamente na prova, errou infantilmente na troca de marchas, deixou o carro em ponto morto por mais de 30 segundos, caiu para a última posição e enterrou de vez seu título que era quase certo. Mas Hamilton tem realmente muito talento, e fatalmente será campeão da categoria nos próximos anos.

Felipe Massa: esse não disputava nada em Interlagos, chegou ao GP do Brasil já sem chances no campeonato mas foi preponderante para a vitória de seu companheiro de equipe. Assim como no ano passado, Massa conquistou a pole-position, manteve-se a frente durante quase toda a prova até passá-la à Kimi para que ele pudesse conquistar o Mundial. Não existe essa história de vencedor moral, mas o brasileiro demonstrou arrojo durante todo o fim de semana e maturidade ao fazer o jogo de equipe sem a choradeira tradicional do antigo piloto brasileiro da equipe de Maranello, Rubens Barrichello, só pegou mal a cara de poucos amigos no pódio e na coletiva de imprensa após a prova, afinal ele pode precisar dessa mesma ajuda por parte de Kimi no futuro. Pode não ser o mais talentoso dentre os pilotos das duas principais escuderias, mas também é um excelente piloto, agressivo e extremamente competitivo. A experiência desse ano pode trazer ao “pequeno notável” o que lhe faltou nesse ano para poder brigar pelo próximo campeonato: constância.

Rubens Barrichello: só uma ressalva rápida sobre o nosso “querido” Rubinho. Pra variar um pouco, aqui no Brasil ele quebrou novamente, mas dessa vez não teve a sua choradeira clássica, foi homem o bastante para assumir que o ano não foi bom e que seu carro era uma grande porcaria. Tomara que tenha melhor sorte no ano que vem pois, que provavelmente será seu último na F-1, e ele baterá o recorde como o piloto com o maior número de GP’s disputados na história.

À Ferrari e Kimi, ficam os meus parabéns pela conquista histórica. Já à Mclaren fica o desejo de que eles repensem suas atitudes, principalmente Ron Dennis, e a maneira como lidam com seus pilotos de grande talento, mas que possuem egos igualmente suntuosos.

Concorda? Discorda? Comenta aí!!